Espaço de reflexão, palavras que borbulham, que exigem espaço e que saem porque querem ser lidas, vistas e ouvidas! Gostando ou não, entendendo ou não, elas agora estão ai e querem atenção, ou mesmo críticas! Não as deixem esperando.

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Fenix

Eu me absorvo completamente na Fênix, ave sagrada e fonte de minha inspiração.
Marcada por extremos... Vida e morte, cinzas e luz.
Rubra tonalidade de fogo, expressão pulsante do meu viver.
Sem meios termos, sem limitações... Me entrego inteira aos desafios, assim me sinto viva.
Sou de ousadias constantes, não importa onde possa chegar.
Me quebro, me reconstruo.
Não faço parte da imobilidade daqueles que nem se atrevem a tentar, sou linda fênix chamuscada, saio ilesa, com marcas de vitória. Não por mero masoquismo e sim, por coragem e bravura.
Sou guerreira, sou brilho, sou sol.
Seguro minhas escolhas, certas ou não... A responsabilidade sempre será minha.
Se morro ou não, não importa, sou fênix... Renascerei sempre! Com esperanças renovadas a cada amanhecer.
(Leila Soares)

Esse relato permite a compreensão de valores bastante interessantes ao homem. O mais importante deles se refere à circularidade do tempo e o processo de renovação das coisas. No momento em que se prepara para a própria morte, a fênix demonstra claramente a limitude da existência. Em contrapartida, salienta a continuidade do mundo no momento em que só pode gerar uma nova vida mediante o fim da sua.

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